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Archive for abril \28\UTC 2010

A nona arte

Histórias em quadrinhos, HQS, Comics, Bandes Dessinées, os gibis, os quadrinhos – quantos nomes! –  são considerados a nona arte e isso não é à toa! Sequência de desenhos e texto se juntam para contar uma história que pede nossa habilidade de ver, ler e interpretar – tudo ao mesmo tempo –, além de despertar o espírito crítico e o gosto pela leitura e pelo desenho.

Vejam esses dois vídeos. O primeiro é uma entrevista que foi ao ar no programa Entrelinhas, da TV Cultura; o segundo é a primeira parte do documentário feito pelo Canal Brasil, sobre a história das HQS.
Muita cultura e diversão! Aproveitem as dicas de leitura que os especialistas dão!

Um abraço!

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Em 1970, como protesto contra a poluição, foi insituído o dia 22 de abril como Dia Mundial da Terra.

Estima-se que a população mundial da Terra, há 40 anos, fosse de 3,69 bilhões de habitantes. Hoje, estima-se que haja 6,72 bilhões de habitantes em nosso planeta. Se considerarmos que a população quase dobrou, o espaço para as pessoas diminuiu, e o consumo e a consequente produção de lixo e poluição do ambiente aumentaram.

O que fazer com tantas coisas desnecessárias que consideramos absolutamente necessárias? O que fazer para ajudar nosso planeta? Será que podemos fazer algo? Ficam aqui as perguntas, aguardando suas sugestões.

A dica de hoje vai para vocês fazerem uma visita ao site AmbienteBrasil, um portal que tem como missão a ampliação do conhecimento ambiental entre os cidadãos.

Um abraço!

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Carola Trimano, ex-aluna do colégio e mãe de Lorenzo (7º Ano) e Nicolau (6º Ano), é uma artista de mãos e coração cheios.

Do muito que ainda fará este ano, ela começou pintando as paredes do metrô Consolação, depois fez uma exposição individual no Instituto Anima De Sophia, participou com seu Chapeleiro Maluco do evento “Um dia, Alice” e segue com sua arte em uma coletiva em Brasília, no Memorial dos Povos Indígenas [além das aulas que dá em seu atelier, ufa!].

A obra com a qual ela está participando do Projeto Terras Indígenas se chama Acalanto. Vejam abaixo a obra e a explicação da obra pela artista. Ah! E visitem o blog da Carola para saber mais de sua arte e de sua maneira de pensar o mundo!

"Acalanto", técnica mista, São Paulo, 2010

“A gravura em ponta seca que escolhi para compor essa obra já existia, e representa a alma do mundo. Para representar o povo tapirape e compor esta obra, acrescentei à gravura colagens de crianças tapirape, elementos da fauna e da flora que circundam esse povo, e alguns fragmentos de indumentária.

O significado da obra continua o mesmo: a alma do mundo, apesar de coroada pela civilização metropolitana, continua acolhendo e embalando suas faíscas de vida infinitamente. Seria como a representação de uma prece para que, através de acalanto suave, a alma do mundo siga garantindo e preservando as crianças, os povos primitivos, a natureza e os valores mais nobres que ainda existem em nós.” Carola Trimano

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Em 1940, os participantes do I Congresso Indigenista Interamericano escolheram o dia 19 de abril como a data em que se comemoraria o Dia do Índio.

Segundo o texto retirado do site da FUNAI:

“Hoje, no Brasil, vivem cerca de 460 mil índios, distribuídos entre 225 sociedades indígenas, que perfazem cerca de 0,25% da população brasileira. […]

Os habitantes das Américas foram chamados de índios pelos europeus que aqui chegaram. Uma denominação genérica, provocada pela primeira impressão que eles tiveram de haverem chegado às Índias.

Mesmo depois de descobrir que não estavam na Ásia, e sim em um continente até então desconhecido, os europeus continuaram a chamá-los assim, ignorando propositalmente as diferenças linguístico-culturais. Era mais fácil tornar os nativos todos iguais, tratá-los de forma homogênea, já que o objetivo era um só: o domínio político, econômico e religioso.
Se no Período Colonial era assim, ao longo dos tempos, definir quem era índio ou não constituiu sempre uma questão legal. Desde a independência em relação às metrópoles europeias, vários países americanos estabeleceram diferentes legislações em relação aos índios e foram criadas instituições oficiais para cuidar dos assuntos a eles relacionados.

Nas últimas décadas, o critério da autoidentificação étnica vem sendo o mais amplamente aceito pelos estudiosos da temática indígena. Na década de 50, o antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro baseou-se na definição elaborada pelos participantes do II Congresso Indigenista Interamericano, no Peru, em 1949, para assim definir, no texto “Culturas e línguas indígenas do Brasil”, o indígena como: “(…) aquela parcela da população brasileira que apresenta problemas de inadaptação à sociedade brasileira, motivados pela conservação de costumes, hábitos ou meras lealdades que a vinculam a uma tradição pré-colombiana. Ou, ainda mais amplamente: índio é todo o indivíduo reconhecido como membro por uma comunidade pré-colombiana que se identifica etnicamente diversa da nacional e é considerada indígena pela população brasileira com quem está em contato”.

Uma definição muito semelhante foi adotada pelo Estatuto do Índio (Lei nº. 6.001, de 19.12.1973), que norteou as relações do Estado brasileiro com as populações indígenas até a promulgação da Constituição de 1988.

Em suma, um grupo de pessoas pode ser considerado indígena ou não se estas pessoas se considerarem indígenas, ou se assim forem consideradas pela população que as cerca. Mesmo sendo o critério mais utilizado, ele tem sido colocado em discussão, já que muitas vezes são interesses de ordem política que levam à adoção de tal definição, da mesma forma que acontecia há 500 anos.”.

Para saberem mais sobre a cultura indígena, visitem o site da Funai e leiam os livros escritos por Kaká Werá Jecupé (pai da Sawara, da 1ª Série do Ensino Médio, que ilustrou este livro) e por Daniel Munduruku.

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Ontem, dia 18 de abril, foi comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil.

Sempre que pensamos em autores de livros infantis, nos vêm a mente nomes como Monteiro Lobato, Ruth Rocha, Ziraldo, Ana Maria Machado – todos grandes autores e bem conhecidos e lidos por pais e filhos.

Mas a verdade é que o universo do livro infantil é repleto de autores e ilustradores, que contam as histórias com as palavras e os desenhos, encantam e fazem sonhar tanto crianças como adultos. O livro infantil desperta nossos cinco sentidos e nos traz alguma lembrança da infância, ou então ele fala justamente do que aconteceu bem ontem, como com a “Joana e a Carol”, que contavam tudo o que tinham feito no fim de semana.

Dentro de uma editora, o processo da edição do livro infantil é totalmente diferente do processo de edição de livros de fatos reais ou gastronomia, por exemplo. O escritor procura um editor ou editor busca um escritor; depois, é escolhido um um ilustrador e, assim, com muita dedicação, conversa e amor o escritor escreve a história, o ilustrador interpreta a história em desenhos incríveis e o editor junta tudo isso em um livro.

Como a literatura infantil é mesmo um universo, todas as segundas-feiras nos dedicaremos a dar sugestões de livros infantis, e também juvenis, que, certamente, tocarão alguns de vocês. Boas leituras!

Bartolomeu Campos de Queirós, indicado ao Prêmio Hans Christian Andersen de 2010 (maior prêmio de literatura infantojuvenil do mundo), com palavras ritmadas e muita magia, nos conta uma infinidade de histórias a partir do abecedário. A cada letra, uma visita diferente aos sonhos e fantasias. Preparem-se para voltar no tempo e ver as lindas e elegantes ilustrações de Júlia Bianchi.

Encontros marcados pelo acaso emaranham os fios da vida de Pedro e Paulo, que recebem o maior dos presentes: a descoberta do outro, de si mesmos e do mundo. Hermes Bernardi Jr. é um dos grandes escritores da nova geração. Com sua visão poética e profunda do outro, nos faz refletir sobre valores verdadeiros que nunca podem ser perdidos. Este foi o primeiro trabalho do promissor ilustrador Renan Santos.

P.S.: Infelizmente, os livros indicados não são encontrados em livrarias. Se quiserem adquiri-los, é preciso comprá-los ou pela internet ou diretamente na editora.

PARA LER MAIS:

Sobre Bartolomeu Campos de Queirós.

Sobre Hermes Bernardi Jr.

Sobre Renan Santos.

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O famoso cafezinho

O cafezinho faz parte da cultura brasileira, não é mesmo?

Pais, avós, tios, tias adoram tomar uma xícara de café depois das refeições, no lanche da tarde ou em algum momento do dia no trabalho, para darem uma pausa e conversarem um pouquinho.

Geralmente, o café que se toma é o passado no coador de pano ou de papel, armazenado em uma garrafa térmica, ou feito na cafeteira. Mas, quando as pessoas não estão em casa e vão pedir um cafezinho em um “Café” (que é o nome dado aos estabelecimentos que servem a bebida e que também servem chás, sucos, águas, salgados e doces), elas tomam um café espresso. Espresso com “ésse”? Sim, espresso com “ésse” mesmo.

Café árabe, café de coador, café de cafeteira, café espresso ou expresso?

A palavra espresso é de origem italiana e não foi dicionarizada no Brasil, por isso os linguistas defendem o uso do expresso com “xis” para designar o café expresso. No entanto, para quem entende de café e se baseia na técnica gastronômica e na origem desta técnica, o café é espresso, pois, em italiano, caffe espresso significa “café pressionado para fora”.

Leiam mais neste link e, quando puderem, visitem o café da Casa de Yoga, para degustarem um bom espresso.

Em comemoração ao Dia do Café, dicas de leitura:

Dicionário Gastronômico - Café com Suas Receitas traz ao público a história do café apresentada em verbetes de A a Z, além de receitas de drinques, pratos salgados e sobremesas.

O livro Eu amo café contém receitas e técnicas para o seu café - quente, frio, gelado, licoroso, drinques exóticos, sobremesas cremosas, licores, cappuccinos, shakes, frapês, coquetéis, cafeinados ou até descafeinados. A obra traz ainda a história do café no Brasil e no mundo, as principais regiões produtoras e a variedade de espécies de plantas e de grãos.

O livro mostra, em 185 fotografias, a atualidade das lavouras de café por todo o Brasil. As imagens são fruto de 23 viagens realizadas pelo autor através de 12 regiões produtoras de café espalhadas pelos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Paraná, Espírito Santo e Rondônia. O livro é focado no trabalho das pessoas na produção de um dos mais importantes produtos de exportação do nosso país.

O dicionário define "café pequeno" como coisa sem importância. Manejando seu instrumento literário às vezes com extrema delicadeza, às vezes beirando o sarcasmo, mas sempre com precisão, a autora dos premiados O nome do bispo e Joias de família nos oferece um quadro insólito de São Paulo no limiar da ditadura de Getúlio Vargas.

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Queremos que o blog seja uma mídia interativa e que complemente o trabalho que é feito em papel no colégio. Por isso, disponibilizaremos aqui a versão eletrônica de todas as versões de nosso jornal.

Obrigada aos alunos pelos comentários e e-mails de sugestões para o nome da edição número 1 do jornal. Lembramos que só serão aceitas as sugestões que tiverem uma justificativa bem legal e que forem enviadas por e-mail. Cliquem na imagem para ler a verão eletrônica.

Clique na imagem!

Feliz Dia do Jovem para os nossos jovens!

Ah! Participem do concurso e votem na primeira página! Um abraço!

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